8 de jun de 2013

Hate That I Love You - Eu te amo

Eu não posso criar muitas esperanças, porque todo olá termina com um adeus.
- Capitulo 7 -

Castigo? -perguntei com a voz trêmula-
achou mesmo que ia fugir e iria fica impune?
eu..
calada, Chaz, Ryan, Christian, saiam.
mais Justin, deixa ela... -Ryan tentou intervir-
cala a boca e sai. -gritou irritado-

os 3 saíram mais não antes de lançarem um olhar penoso pra mim.
engoli em seco e minha respiração ficou acelerada apenas em imaginar o que viria a seguir.

ela é de vocês.

Justin gritou e eu não entendi nada até ver 2 idiotas trogloditas aparecerem no meu campo de visão, meus olhos ficaram úmidos só em pensar que Justin me faria passar por aquilo de novo.

Justin.. não -sussurrei , na verdade implorei com os olhos pra que ele não me deixasse ali- por favor.
deveria ter pensado nisso antes de fugir -olhos para os caras- façam bom proveito.

Justin subiu as escadas e um dos caras me pegou me pondo de costas pra si, na verdade segurou-me apenas pra me deixar a mercê do outro a minha frente.
ele tirou a roupa por completo parando a minha frente, respirei fundo, afinal , em momentos como esse o nervosismo não leva a nada, tenho que manter a calma pra pensar em algo e conseguir me livrar dessa.
sorri de canto quando o cara estava próximo o suficiente dei um chute certeiro no meio de suas pernas, ele gritou e depois caiu no chão apagado, deve realmente ter doido.
com toda a força que tenho pisei no pé do idiota que ainda me segurava fazendo-o me soltar, virei rápido e chutei o meio de suas pernas derrubando-o no chão, qual é? eu sou uma garota e eles dois trogloditas, tenho que jogar baixo pra me safar.
senti a raiva tomando conta do meu corpo junto as malditas lágrimas que estavam prestes a cair, imaginar que o amo e que ele me deixou a mercê desses dois faz meu coração doer e meus punhos pulsarem com vontade de quebrar-lhe a face perfeita, subi as escadas como uma cobra ao ver uma presa deliciosa, a cobra pode até não ser, mais quanto a presa deliciosa...
abri a porta do escritório e peguei a primeira coisa que vi perto da porta, um abajur, Justin levantou e se assustou ao me ver, não dei tempo pra ele falar, joguei com toda força o abajur contra ele que não teve tempo de desviar fazendo o abajur acertar-lhe em cheio na testa, ele caiu no chão e eu corri até o mesmo chutando-lhe a costela, ele gritou de dor, peguei a arma dele que estava em cima da mesa e apontei pra cabeça dele sentindo as lágrimas molharem minha face.

vai em frente, me mata e acaba com o teu sofrimento -proferiu com a voz fraca-

minhas mãos começaram a tremer e eu deixei a arma cair jogando contra-me ele e o apertando contra mim o quanto pude.

eu não consigo, eu te amo de mais pra ir em frente com isso. -sussurrei entre as lágrimas.-

Narração: de fundo

tudo que Justin pensava era em acabar com a raça da garota em cima de si, torturá-la até que ela pedisse pra morrer, estuprá-la até ela esquecer o próprio nome, porém, toda sua raiva dissipou-se ao ouvir aquela frase saindo dos lábios da garota acima de si, não tinha como, não tinha como continuar assim, a ama, e estava mais do que na hora de admitir isso pra si mesmo, afinal, era um homem e não um moleque que esconde as emoções atrás de uma máscara de frieza.

[ ... ]

e mais uma vez o médico estava ali, o mesmo médico que era chamado todas as vezes em que algo acontecia na mansão, o homem já começava a estranhar tal fato, vivia mais na mansão luxuosa do que no próprio hospital, achava deveras estranho os tipos de coisas que aconteciam ao moradores da mansão, mais bem.. não tava nem ai e nem se importava com o que acontecia, estava ganhando bem então foda-se o resto.

fora deveras difícil ligar pro médico e dizer que Justin era seu irmão, mais difícil ainda dizer que ele estava mal por ter caído, claro que o médico achou estranho o fato de ao abrir a porta encontrar o homem com várias marcas pelo corpo, mais como já disse ganhava bem e não se importava com isso...

Konan acompanhou o médico até a porta sobre interrogatórios do mesmo, tudo bem que ele não se importava, porém isso não muda o fato de que ele é deveras curioso, ao fechar a porta Konan suspirou e subiu as escadas entrando no quarto, sentou-se na cama, porém a uma distância segura de Justin, Justin a puxou delicadamente pela mão colando ao seu corpo e deitando a cabeça da mesma em seu peito.

e ali, colada ao corpo de quem ama, arrependeu-se amargamente por tê-lo machucado.

me desculpe Justin, eu.. eu não queria, eu não sei o que deu em mim, por favor me perdoe. -sussurrou quase chorando e Justin sorriu-
olhe pra você, eu sempre te faço mal e nunca peço perdão, e você, uma única vez que me bate quando mereço me pede desculpas -rir-
desculpe.
-rir- pare de pedir desculpas, eu mereci o que você fez -fica sério- Konan, me perdoe por tudo, exatamente tudo o que te fiz, me arrependo agora por ter te batido, por ter te estuprado e deixado aqueles trogloditas fazerem o mesmo, por ter te desprezado e te tratado como uma qualquer -respira fundo- eu apenas fiquei furioso, furioso comigo mesmo e com a sua mãe, por quê graças a ela eu perdi muito dinheiro e não fiquei satisfeito com você como pagamento -Konan se mexeu desconfortável - mais só antes, só antes o dinheiro era mais importante que você, agora não, agora eu consigo ver e admitir pra mim e pra você, eu te amo, e foi quando descobri isso que passei a te odiar, te odiar por te amar, eu sei, é complicado, mais eu simplesmente não consegui aceitar que uma garota chegou e destruiu o muro e a face de indiferença que eu levei anos pra construir, simplesmente não consegui aceitar que você conseguiu o que em anos ninguém conseguiu, eu não aceitei que novamente entreguei o meu coração mesmo que sem querer, até na Jazzy me vinguei por causa desse sentimento

Justin, você gosta da Konan? -perguntou a pequena curiosa-
não Jazzy, agora assiste o filme.
você gosta dela sim, seus olhos brilham quando você olha pra ela.
Jazzy... 
mamãe disse que isso é amor
Jazzy cale a boca.
você vai casar com ela? eu posso ir no casamento?
CALA A BOCA 

gritou perdendo o controle

foi ai que você chegou e viu aquela cena grotesca, eu não queria fazer aquilo com ela, mais eu estava confuso e furioso em relação ao que sinto pro você e ela falando aquilo não ajudou em nada.
o que quer dizer com entregar seu coração outra vez? -perguntou curiosa-
-rir- nessa parte você prestou atenção né? -suspira- quando eu tinha 17 anos comecei a namorar uma garota, eu a amava, ela era literalmente minha vida, quando eu fiz 18 anos decidimos nos casa, éramos novos mais nos amávamos e pra nós isso era o suficiente, mais então, no dia do casamento ela não apareceu, deixou apenas um bilhete dizendo que me amava mais gostava da sua liberdade e que iria fugir com Adam, um dos meus inimigos, meu mundo acabou e tudo caiu sobre minha cabeça, eu entrei em depressão e só depois de 5 meses consegui sair dela, e ai... eu coloquei a máscara de indiferença que você viu, e eu estava bem assim, fique bem assim por anos, até você aparecer e literalmente destruir tudo, e agora? agora.. eu te amo.

Konan olhava-o admirada, sabia que tinha que ter um motivo pra Justin agir de tal modo, nunca deve-se julgar realmente um livro pela capa, não deve-se julgar uma pessoa pelas roupas que veste ou pelo modo de agir, afinal... não se sabe realmente o que ela passou pra agir assim... muitas vezes, a pessoa fria e sem emoções por fora, é aquele que chora por dentro e clama por ajuda... 

foi ai que viu, o amava, o amava mais que a si mesma..


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Estou pensando em dá o resultado da nova moderadora amanhã, então fiquem de olho no blog em.

todos os que pediram pra eu divulgar os blogs já estão na área divulgação da sidebar.

eu criei uma ask pro blog, sei que talvez vocês tenham dúvidas e perguntas que não tem coragem de fazer por aqui, então podem fazer por lá, no final de cada cap deixarei o link da ask caso tenho duvidas sobre o cap ou sobre o blog;

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