26 de dez de 2012

∞ All I Want Is You (5)

Segui o caminho errado Uma ou duas vezes
Cavei até conseguir sair
Sangue e fogo Decisões ruins
Tudo bem
Bem vindo à minha vida boba( Fuckin' Perfect - Pink )




depois de quase 1 hora gritando pela Jenny na porta a raiva me subiu a cabeça, com toda força chutei a porta derrubando-a no chão, meus olhos arregalaram-se indo direto pra Jenny que estava na cama, de olhos fechados em cima de uma possa de sangue, corri até ela e a peguei no colo saindo do quarto, enquanto descia as escadas gritava pra Ryan pegar o carro e uma vadia qualquer abrir a porta pra que eu passasse.

entrei no carro o mais rápido que pude e pedi pra Ryan dá partida.

Ryan: o que aconteceu? 
Eu: sem perguntas, apenas dirigi 
Ryan: mais eu...
Eu: cala a boca e dirigi porra -gritei nervoso- 

...

cheguei no hospital entrando porta a dentro enquanto pedia por ajuda, vários médicos vinheram na minha direção olhando o estado de Jenny, logo atrás 2 enfermeiros com uma maca.
enquanto caminhavam com ela na maca eu os seguia até chegar ao limite, entraram com ela em um quarto e não me deixaram mais entrar, eu podia puxar minha arma e  sair atirando em tudo e todos, mais me acalmei, por ela.

suspirei e sentei em um sofá perto da sala onde ela avia entrado.

Ryan: levaram ela?
Eu: -suspirei- levaram.
Ryan: o que aconteceu afinal Justin?
Eu: -fechei os olhos- a gente brigou, eu bati nela, depois conversamos e eu falei algo que não deveria ter falado.
Ryan: o que você falou?
Eu: falei que ela devia ter entrado na frente da bala e morrido no lugar da mãe dela.
Ryan: eu não acredito nisso Justin, qual é a tua afinal? quando vai perceber que está sendo um idiota? será que não ver? ela é sua filha e você a trata pior do que trata suas vadias.
Eu: não me dá sermão seu bosta.
Ryan: você é um burro, um idiota, tem uma pérola nas mãos e não sabe da valor -gritou-
Eu: cala a boca -gritei dando-lhe um soco- 
Ryan: eu desisto 

falou por fim e saiu me deixando bufando, mais que droga, até estando em uma cama de hospital essa vadia me trás problemas.

[ ... ]

entrei no quarto onde Jenny se encontrava, avia passado a noite aqui nesse hospital imundo.

Eu: como se sente? -perguntei sentando perto da cama- 
Jenny: -me olha- como me sinto? -rir sarcástica- como me sinto? , deixa eu te dizer, me sinto como se tivesse acabado de quebrar uma perna e uma mão, como se tivesse acabado de perder um filho, como se tivesse acabado de ouvir uma frase horrível do pai, como se tivesse acabado de ser espancada pelo meu próprio pai. -sorri irônica-

era estranho o jeito com que ela falava, as palavras era preferidas com raiva e nojo, seus olhos não tinham aquele brilho que iluminaria o meu dia se preciso, os lábios não tinham aquele sorriso que apesar de tudo ela sempre levava.

Eu: Jenny, eu sinto muito, eu não queria ter dito aquilo.
Jenny: não, você ainda não sente -sussurrou entre dentes- 

1 mês depois 

é incrível como Jenny mudou, ela não usa mais as roupas que usava, agora usa roupas de mulher, dificilmente fala comigo, eu só quero a minha menininha de volta, apesar de saber que em parte o culpado de ela está desse jeito sou eu.

Jenny P.O.V

sempre gostei do meu jeito de ser..
mais por causa dele eu fui obrigada a mudar, simplesmente não dava mais pra ficar apanhando e chorando pelos cantos, e apesar da dor que sinto por ter perdido meu filho e por não poder abraçar o papai, eu carrego um sorriso no rosto, um sorriso que não é meu.

estava sentada no sofá encarando a TV desligada, tio Ryan chegou e sentou-se ao meu lado com aquele seu sorriso de derreter corações.

Ryan: oi princesa
Eu: a princesa jogou a coroa no lixo
Ryan: -rir- queria saber se você quer ir ao cinema comigo
Eu: melhor não tio, não to afim de sair
Ryan: -desmancha o sorriso- tudo bem -se levanta-
Eu: tio, espera
Ryan: sim? 

caminhei até ele e pulei em seus braços o apertando forte e escondendo meu rosto em seu ombro

Eu: eu precisava de um abraço -sussurrei-
Ryan: -me aperta- e por quê não disse isso antes? -sorri- 

deixei que algumas lágrimas caíssem, fazia um tempo que eu as segurava, tio Ryan me afastou um pouco, apenas o suficiente pra olhar em meus olhos e enxugar minhas lágrimas.

Ryan: você é minha princesa, mesmo não usando coroa -sussurrou-

sorri de canto e o beijei, apesar de ignorá-lo durante todo o mês, nesse momento tudo o que eu precisava era do seu beijo, ele rapidamente correspondeu ao beijo, não era um beijo romântico, era um beijo cheio de desejo, um beijo selvagem... 
senti meus cabelos serem puxados bruscamente por trás e me afastei.

Ryan: Justin, larga ela.
Jus: cala a boca -grita- eu vou meter um tiro na sua cabeça desgraçado, eu disse pra ficar longe dela.

ele subiu as escadas me puxando pelos cabelos enquanto eu tentava a todo custo não cair e acabar me machucando, chegamos ao seu escritório, ele abriu a porta e com força me jogou dentro do mesmo.

Jus: mudou né? -sorri sarcástico- continua sendo a mesma vadia
Eu: -rir- vadia? eu? por quê? por quê sou sua filha?
Jus: desgraçada vagabunda -gritou-

ele veio pra cima de mim e me deu um soco no olho , cai desnorteada no chão mais não deixei que uma só lágrima caísse, levantei sorrindo de canto e ele não acreditando que eu avia levantado me empurrou contra a mesa me fazendo escorregar por cima dela e cair do outro lado, senti minhas costas arderam mais me levantei mesmo assim.
ele se aproximou de mim bufando de raiva, o empurrei com toda a força que encontrei e o derrubei no chão, subi em cima dele sentando em sua cintura, abaixei meu rosto deixando-o perto de seu ouvido.

Eu: eu não vou mais aceitar que você me bata, me culpe o quanto quiser, mais eu não sou saco de pancadas.
Jus: eu sinto muito por ter te feito perder o meu neto -sussurrou me surpreendendo- eu te amo Jenny, mais não fui homem o suficiente pra te dizer isso direito, eu não suportei saber que você estava namorando , saber que você estava esperando um filho que não era meu, dói ainda mais saber, que eu sou seu pai e que já mais passará disso.

apertei os olhos com força pra não deixar que as lágrimas caíssem.

Eu: você me ama?
Jus: te amo, te amo mais do que como uma filha.

afastei um pouco meu rosto que estava perto de seu ouvido deixando-o cara a cara com o dele, abaixei um pouco meu rosto e o beijei rezando mentalmente pra que ele correspondesse, minhas preces foram ouvidas já que ele pediu passagem, entre abri minha boca deixando que sua língua deliciosa adentrasse-a, abaixei mais meu rosto aprofundando o beijo, ele apertou de leve minhas costas me fazendo arfar entre o beijo, levei minha mão ao seu cabelo o acariciando, ele sentou-se deixando-me em seu colo, encostou-se na parede ficando mais confortável pra nós dois, o ar faltou , nos separamos lentamente, antes de acabar o contato entre nossas bocas mordi de leve seu lábio inferior.

fechei os olhos esperando por patadas, xingamentos ou algo do gênero, mais não veio, nada.
abro os olhos vendo-o me olhar com um sorrisinho de lado, seus dedos estavam em minha cintura acariciando-a lentamente, seus olhos fixos nos meus me fizeram corar, escondi meu rosto em seu ombro.

Jus: não vai mais me ignorar né? -sussurrou- 
Eu: não -sussurrei de volta- 
Jus: eu vou sair com o Ryan, vamos pegar alguns carregamentos, se importa de ficar sozinha?
Eu: -cora- não, por mim tudo bem.
Jus: eu prometo que não vou demorar.

levantei de seu colo e ele fez o mesmo levantando-se do chão, aproximou-se de mim e me beijou, foi um beijo rápido, ele saiu do escritório e eu sai em seguida indo pro meu quarto.


Continua...


Leiam também: http://imagine-novelas.blogspot.com.br/ 

Kaká Drewbs
isso é uma capa, pra mim fazer pra você deixe nos comments
Personagem mulher(link):
Personagem homem(link):
Titulo da história:

tá ai mais um cap, vocês estão mesmo gostando amores? próximo cap vai aparecer personagem novo